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Britânicos deixam de financiar filmes onde os vilões surgem com cicatrizes faciais

O British Film Institute não vai mais financiar filmes em que os vilões surgem com cicatrizes faciais. Esta ação tem por base uma campanha da Changing Faces, uma instituição de caridade britânica que combate a discriminação contra pessoas com diferenças visíveis e que lançou a iniciativa I Am Not Your Villain, que pretende acabar com o uso de “cicatrizes, queimaduras ou outras marcas como sinais de vilania ”.

Em junho, segundo o The Guardian, a diretora executiva da Changing Faces, Becky Hewitt, disse que o uso habitual de malfeitores com cicatrizes tem um efeito particular sobre crianças e jovens: “É particularmente preocupante ver que os jovens não tendem a fazer essa associação, até serem expostos a filmes que influenciam as suas atitudes em relação à desfiguração de uma maneira profundamente negativa ”.

"O cinema tem uma influência tão poderosa na sociedade ... [e] também é um catalisador para a mudança e é por isso que nos comprometemos a não ter representações negativas através de cicatrizes ou diferenças faciais nos filmes que financiamos… Esta campanha fala diretamente com os critérios dos Padrões de Diversidade do BFI que exigem representações significativas no grande ecrã ... e [nós] pedimos que a indústria cinematográfica faça o mesmo ”, disse em comunicado Ben Roberts, diretor dos fundos de cinema do BFI.



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