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Doclisboa'18: o convite à lá Luis Ospina

O Doclisboa avança com a sua 16ª edição, um ano que será marcado com regressos de habitués como Wang Bing, Salomé Lamas, Frederick Wiseman e até mesmo Rithy Pahn, e até nomes a descobrir como já é “tradição” na secção Verdes Anos. Porém, afirma-se, no Doclisboa’18 um dos grandes destaques, se não o grande, encontra-se num nome, possivelmente desconhecido para muitos: Luis Ospina.

Originário da cidade de Cali, uma das mais importantes da Colômbia, Ospina estudou cinema nos EUA, mais precisamente na UCLA, tendo regressado após um primeiro filme à terra natal na década de 70. Aí fundou um cineclube e uma revista de cinema Ojos al Cine. Considerado um cinéfilo ferrenho, o cineasta nunca escondeu a sua forte veia politica na sua obra, usando diversas vezes o audiovisual como uma denúncia da miséria vivida na sua nação. Para além do seu cinema-intervenção, também concebeu documentários de estudo e investigação de diferentes temas ligados ao Cinema, desde os mudos slapstick até ao perdido e desconhecido cinema colombiano.

O porquê da retrospetiva de Luis Ospina ser o programa mais relevante deste Festival com os olhos posto no Mundo? Porque esta é a primeira retrospetiva integral da sua obra na Europa - ter lugar na Cinemateca Portuguesa contando com a presença do próprio para contextualizar os filmes projetados, um convite para todos os curiosos e aventurados em conhecer um dos nomes mais fortes do Cinema da Colômbia.



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